Jonathan Uliel Saldanha

Jonathan Uliel Saldanha

Jonathan Uliel Saldanha estudou escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e dedicou-se ao estudo da tabla – instrumento de percussão indiano – com o grupo musical hindu Jugalbandi. É fundador do coletivo SOOPA, um laboratório visual, performativo e sonoro, e da editora Silorumor, membro do duo Fujako e diretor do grupo HHY & The Macumbas. Desde 2010, compôs várias peças sonoras de âmbito experimental, co-criou as peças “Boca Muralha”, “Shark” e “Rei Trilogy” e dirigiu “Jungle Machine”, “Khorus Anima”, “O Poço” e “Oxidation Machine”, apresentadas em espaços como Serralves, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Palais de Tokyo (Paris, França) e Accès(s) Festival (Billère, França). Colaborou com artistas como Carlos Zíngaro, Steve Mackay, Adrian Sherwood, Vera Mantero, Mark Stewart, João Fiadeiro entre ou- tros, e, como músico, atuou em festivais como Nyege Nyege (Uganda), Unsound (Polónia), Sónar (Espanha), Primavera Sound, Amplifest, Out.Fest, Circular, Milhões de Festa, Neopop, Tapettefest (França) e Elevate (Áustria).

Em 2019 apresentou a instalação Vocoder & Camouflage (Ponto de Fuga: obras da coleção António Cachola, Torreão Nascente Lisboa), a peça “Scotoma Cintilante”, para coro de cegos e partitura-escultura (Universidade Católica do Porto, Teatro Nacional São Carlos Lisboa) na Bienal BoCa de 2019, e “Broken Field Atlantis” um concerto com partitura de luz (Teatro Municipal Porto: Rivoli). Ainda em 2018, trabalho que antecede esta exposição, apresentou a referida peça “SØMA” onde um grupo de adolescentes surdos traduzem em gesto as filmagens de um tribunal animista, apresentado na Culturgest Lisboa e no Teatro Municipal do Porto: Rivoli. Paralelamente, apresentou as exposições “Behemoth Republic”, no ciclo Geometria Sónica no Arquipélago Centro de Artes de São Miguel, nos Açores e “Dismorfia”, na Universidade Católica do Porto.

www.jonathanulielsaldanha.com

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