Galeria Solar - Painés sobre as técnicas utilizadas no filme

Galeria Solar - Painés sobre as técnicas utilizadas no filme

História Trágica com Final Feliz

História Trágica com Final Feliz

História Trágica com Final Feliz

Regina Pessoa, Portugal, 2005, cor, 7'46'' Técnica de criação: gratage
Há pessoas que, contra a sua vontade, são diferentes. Tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da sua vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar junto dos outros... no coração. “Neste novo filme quis continuar a usar a gravura, pois é uma técnica com um potencial gráfico bastante atraente, nomeadamente ao nível do jogo de luz e sombras que permite. Todavia, tendo aprendido com a experiência do meu filme anterior, era necessário tornar mais leve e menos lento o trabalho de animação e finalização. Assim sendo, partilhei o trabalho de execução com outros 2 animadores e 3 intervalistas, finalizando os desenhos com uma pequena equipa de 6 pessoas que aplicaram uma técnica de gravura especial, que tive de desenvolver para poder obter os resultados que procurava: os desenhos da animação eram fotocopiados sobre um papel especial, para cartazes, eram então recobertos de tinta da china negra e depois raspados, o que lhes conferiu este aspecto muito próximo da xilogravura ou do “scraper board”. Para a finalização recorremos ainda às potencialidades que o computador nos oferece, sobretudo para combinar os diferentes níveis da animação com os cenários e efectuar um ou outro movimento de câmara.” Regina Pessoa

Stuart

Stuart

Stuart

Stuart

Stuart

Zepe, Portugal, 2006, cor, 11'26'' Técnica de criação: Tinta da china sobre papel
Deambulações por uma Lisboa sórdida e abandonada a partir da obra gráfica de Stuart de Carvalhais. “Stuart foi realizado inteiramente sobre papel e tinta da china.Todos os cerca de quinze mil desenhos que compõem o filme foram traçados a pincel, tal como a obra do autor que deu corpo ao filme.Não se inveredou pela reprodução das ilustrações de Stuart, antes pela re-interpretação dos seus ambientes e vivências ao longo dos anos 30-40. Por último, a banda sonora foi criada em total paralelo com as deambulações gráficas do filme,numa narrativa livre em tudo semelhante a um diário. O filme contrapõe a obra gráfica de Stuart à sua própria errância pelas vielas de Lisboa, uma cidade sórdida e abandonada.” José Pedro Cavalheiro

Selo ou não Sê-lo

Selo ou não Sê-lo

Selo ou não Sê-lo

Selo ou não Sê-lo

Selo ou não Sê-lo

Isabel Aboim Inglez, Portugal, 2005, cor, 9' Técnica de criação: Pintura e desenho, animação de volumes, animação 2D
Ana é criança, rapariga, adulta, alta, gorda, magra... Ana é a parte de todos nós que de vez em quando acorda sem saber quem é. Essa amnésia consciente que nos impele a viajar, a indagar, a procurar incessantemente, ainda que não seja claro ao que vamos e quem podemos encontrar. “Na folha em branco inventa-se o Mundo. É,mas também pode não ser. Está aqui e ali também ? O desenho, a dúvida, transporta, transforma a personagem, Ana, no espaço onde a ilusão se cria.” Isabel Aboim

Bad Mirror na Galeria Solar

Bad Mirror na Galeria Solar

Bad Mirror - The Vicious Five

Bad Mirror - The Vicious Five

Bad Mirror - The Vicious Five

JANCL - Luís Alegre, Ricardo Nunes, Rui Pereira Jorge, Filipe Luz, Filipe Vale, Portugal, 2006, COR, V_MUS, 3'10 Técnica de criação: Animação de desenhos sobre acetato
Videoclip Bad Mirror para os “Vicious five”. O “processo” de trabalho conduziu e determinou a forma final deste objecto. Iniciou-se pela filmagem (num estúdio, com 3 câmaras) e posterior edição em vídeo, de forma tradicional. Posteriormente foram impressos todos os frames (4772). Distribuíram-se as prints por 125 pessoas, que os desenharam, sobre papel vegetal, de formas diversas e com diferentes medias. Por último, a digitalização e sequenciação de todos os desenhos originou a edição final do clip, proporcionando um objecto singular que valoriza a interacção de múltiplos criadores e o regresso a um certo fazer analógico.

Pormenor da exposição na Galeria

Pormenor da exposição na Galeria

Fast Film

Fast Film

Fast Film

Virgil Widrich, Áustria/Luxemburgo, 2003, cor, 14' Técnica de criação: Animação de objectos de papel
Uma mulher é sequestrada e um homem vem em seu salvamento, mas durante a sua fuga encontram-se nas matrizes secretas do inimigo. Fast Film é uma perseguição realizada a partir de várias perseguições, usando excertos de found-footage que depois são compilados e animados. Fast Film é uma homenagem ao cinema clássico, no qual o realizador e a sua equipa desenvolveram o seguinte processo: foram impressas aproximadamente 65000 fotocópias a cor de 300 filmes clássicos, dos seus géneros mais conhecidos (terror, acção, western). A partir das imagens foram construídos objectos, como carruagens, cavalos, que, colocados num quadro foram animados num processo que durou cerca de dois anos.

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