Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

Don't they ever stop migrating?, Jean Breschand, 2007

JEAN BRECHAND - DON’T THEY EVER STOP MIGRATING ?
Concebido para a exposição Under Hitchcock.
Descrição técnica: percurso sonoro e visual constituído por 6 fontes sonoras e uma câmara escura; still de 'Psycho', de Alfred Hitchcock( 1960). Bandas sonoras provenientes de diversos filmes, entre os quais: 'To Catch a Thief', 'North by Northwest', 'Psycho', 'The Birds', 'Marnie', 'Frenzy', 'Family Plo't. Loop’s de cerca 15 e 45 segundos.

'Don’t they ever stop migrating ?' consistia num percurso constituído por diversas fontes sonoras repartidas por diferentes espaços até uma câmara escura onde era projectado sobre um ecrã a imagem silenciosa de um célebre crime: um buraco, preto no branco, o do ralo de evacuação do chuveiro de 'Psycho'. As fontes sonoras eram sete: gritos (de pássaros), rangeres, sobressaltos… sons de ambiente provenientes de diferentes filmes: 'To Catch a Thief', 'North by Northwest', 'Psycho', 'The Birds', 'Marnie', 'Frenzy', 'Family Plot'.
Melanie está inquieta: traz a ferida de um primeiro ataque e os primeiros bandos de pássaros já passam sobre a cidade. Até aqui, distantes nos céus ou atrás das grades das gaiolas, os pássaros começam a mudar a natureza: tornam-se numa imagem. Todos os filmes de Hitchcock têm apenas um modelo: o grito dos pássaros. São eles que escutamos desde os primeiros filmes sonoros, estão no centro de todos os filmes; cada crime rasga o véu da realidade, exactamente como os pássaros despedaçam os homens. E, de um filme para outro, os planos proliferam, planos retirados da história, dissociados dos corpos, surgindo como um golpe de asa perante os nossos olhos siderados.
Os sons evaporam-se dos planos e os planos nascem dos sons, planos que são gritos e gritos que são visões: uma imagem não tem natureza própria, nasce sempre da imaginação.

« Or, il se pourrait que l’image soit du règne animal… »
Fernand Deligny

Phoenix Tapes, # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

CHRISTOPH GIRARDET - PHOENIX TAPES
'Phoenix Tapes' mostra excertos remontados de filmes de Alfred Hitchcock, em capítulos baseados numa selecção pessoal dos vários leitmotifs dos filmes de Hitchcock. A consequência desta opção passa não só pelo realçar das obsessões de Hitchcock com certo tipo de movimentos repetitivos e com simbologias de grande carga visual mas também pela sugestão de que estas acções são parte de uma linguagem gestual universal que compreende formas de comunicação tanto cinematográficas como quotidianas. A instalação era constituída pelas sequências 'Burden of Proof' e 'Derailed'.
Burden of Proof: Uma miscelânea de grandes planos e uma homenagem à magia e à beleza dos detalhes que se podem encontrar nas obras de Hitchcock. O filme segue a pista dos temas principais nos filmes da carreira de Hitchcock.
Derailed: A montagem dinâmica de 'Derailed' confronta o espectador (e o protagonista do filme: um passageiro de combóio que dorme) com imagens sombrias e de sonho envoltas em planos de locomotivas a vapor e peças de maquinaria em movimento – uma fábrica de sonhos monstruosa que liberta os ícones perturbadores da angústia existencial.

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

Looking for Alfred, Johan Grimonprez, 2005

JOHAN GRIMONPREZ - LOOKING FOR ALFRED
Esta instalação vídeo é o último trabalho concluído por Johan Grimonprez (realizador de 'Dial H-I-S-TO-R-Y') dentro da pesquisa que actualmente prossegue sobre a figura de Alfred Hitchcock (em work in progress esta a longa-metragem 'Double-Take', que poderá vir a ser apresentada em Under Hitchcock, em Vila do Conde, como estreia mundial).' Looking for Alfred' foi filmado nos interiores do Palais des Beaux-Arts em Bruxelas onde numa labiríntica perseguição de duplos combina o suspense tão caro a Hitchcock a reminiscências do surrealismo de René Magritte. As imagens são uma combinação de stills e fotografias algumas das quais foram tiradas durante as filmagens em Bruxelas e outras nos vários screen tests que tiveram lugar em Londres, Gand, Roterdão, Los Angeles e Nova Iorque.
"Eu pensava que estava a salvo até que vocês apareceram e desenterraram todos aqueles sósias do Hitchcock. Agora temos de encontrar uma maneira de nos desfazermos deles..." - Ron Burrage, sósia profissional de Hitchcock. Qual é o teu filme do Hitchcock preferido? Obcecado com a desconstrução da nossa visão corrupta dos media, das celebridades e das aparências, Johan Grimonprez reuniu um bando desconcertante de sósias de Hitchcock, espantosos na cicunferência abdominal e difíceis na atitude, numa cruzada para encontrar o exemplar mais fiel. A dimensão desta façanha só tem correspondência no seu enredo diabólico mas sofisticado - filmá-los quer no papel de Hitchcock quer como eles próprios - enquanto os aspirantes a doppleganger representam uma série de conhecidos cameos que Hitchcock fez nos seus filmes. O resultado pode ser visto como o destronar do Mestre do Suspense ou uma celebração de iconografia. Mas não se preocupem em tomar banho antes de ver o filme!

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'Helice, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Portrait a L'ecume, Laurent Fievet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

Lovely Memories, Laurent Fiévet, 2007

LAURENT FIÉVET
Potrait a l'Helice
Técnica : Vídeo, cor, s/ som e 3 ventoinhas. A montagem utilizou um curtíssimo excerto de 'North by Northwest', de Alfred Hitchcock (1959) e diversos detalhes de 'The Shipwreck'. de J.M.W. Turner (1805). Duração: 36’ 45” em loop; assistência técnica e de montagem: Cédric Jouan; assistência técnica à montagem da instalação: Davide Freitas.
Esta obra foi criada em 2006 mas apresentou-se pela primeira vez sob a forma de exposição em “Under Hitchcock”.

A instalação associava, por meio de uma sobre-impressão, um grande plano de Eve Kendall (interpretada por Eva Marie Saint em 'North by Northwest') e uma paisagem marítima de Turner, intitulada 'The Shipwreck', que representava diversas embarcações capturadas por uma tempestade. O plano onde aparece a heroína do filme foi apresentado num ecrã suspenso, disposto em diagonal relativamente ao espectador. Três ventoinhas funcionavam na direcção do ecrã e por vezes iniciavam o seu movimento com a chegada dos visitantes. Totalmente concebido em torno da ideia de corte, a montagem fez uma declinação de inúmeras propostas que confrontavam o enquadramento de Hitchcock com diversos detalhes da composição de Turner. Quase imóvel no início do vídeo, o rosto de Eve animava-se gradualmente e começava por rodar, mimetizando o movimento giratório das hélices das ventoinhas, como se procurasse o olhar dos visitantes escondidos na penumbra. A instalação estabelecia uma relação, implicitamente directa, entre o sopro das ventoinhas e a representação da tempestade no quadro de Turner. A deslocação do ar provocada pela rotação das hélices era exposta no seio de um dispositivo cenográfico e era o principal elemento que subvertia a calma aparente do retrato. Enquanto que Eve Kendall desviava regularmente o rosto para olhar na direcção de uma das hélices, a sua cabeleira desdobrava-se em vagas que ondulavam no ecrã, elevando-se ao ponto de ameaçar as embarcações do 'The Shipwreck'. Noutros momentos foi o quadro de Turner que introduziu um perigo no universo do filme. O seu rosto aparecia submerso entre as vagas bem como o seu pescoço aparecia ligeiramente dilacerado pela vela de um navio que aparecia no centro da composição como a lâmina de um machado gigante. A instalação propôs uma reflexão sobre a natureza do olhar do espectador do filme, que era multiplicado figurativamente pela presença das ventoinhas na sala de exposição e ricocheteado pelo olhar de Eve Kendall. A angustia causada pela representação da tempestade repercutia-se fora do ecrã graças ao turbilhão gerado pelas hélices.

Portrait a l'Écume
Técnica : vídeo ; c/ cor, s/som ; máquina de bolas de sabão e projector; duração aproximada das montagens : loops de cerca 6 a 8 min; assistência técnica à montagem: Xavier Gautier; assistência técnica à instalação: Davide Freitas; instalação criada para a exposição “ Under Hitchcock ”. Da série 'Essence de l’Image', 'Portraits Olfactifs'.

Consagrado à personagem de Madeleine (Kim Novak) em 'Vertigo', 'Portrait à l’écume' desenvolve-se em dois espaços contíguos. No primeiro, num respiro do edifício encontra-se instalada uma máquina de bolas de sabão, que projecta intermitentemente, bolas de sabão. Num segundo espaço interior é projectada a montagem que reúne diversos extractos de 'Vertigo'. No primeiro espaço as bolas de sabão são a metáfora da desencarnação de Madeleine e excluem qualquer recurso às imagens do filme. De acordo com o estatuto que lhe é atribuído por Hitchcock, Madeleine é um envelope vazio, uma superfície transparente susceptível de desaparecer a qualquer momento. As bolas de sabão róseas propõe igualmente a materialização do seu rastro olfactivo. Sugerindo a passagem da personagem pelo jardim, e fazendo eco à sua ausência. Madeleine aparece simultâneamente como um fantasma e uma criatura inacessível, um objecto sofisticado e ofuscante de desejo que a extrema fragilidade das bolas simboliza impossível de capturar. Esta representação, não encontra uma correspondência explicita no filme, encontra-se ancorada numa outra referência presente em 'Vertigo'. Diversas vezes, e particularmente na sequência em da sua primeira aparição na historia, Madeleine é comparável à figura central do Nascimento de Vénus de Sandro Boticcelli. As bolas de sabão que percorrem a Solar substituem as rosas perfumadas que no quadro caiem numa chuva em torno da deusa. Materializam a espuma que na mitologia greco-romana dá nascimento a Vénus. A montagem vídeo apresentada num segundo espaço detém-se nos numerosos décors do filme, com o recurso à dissolução das imagens no ecrã negro, que permite reagrupar os espaços invocados. Mesmo se se apresentam a um olhar mais distraído isentos de presença humana, adquirem vida por imperceptíveis movimentos ou aparições fantomáticas, que imprimem um ritmo lancinante à projecção. Induzido pelo ritmo dos planos e pela sucessão dos décors que respeitam aproximativa mente o desenvolvimento da historia de 'Vertigo', o espectador faz livremente apelo às suas recordações do filme, como faria um músico perante uma partição musical incompleta.

Lovely Memories
Doze montagens utilizando diferentes extractos de 'Frenzy', de Alfred Hitchcock (1972). Duração das montagens : de cerca 11 segundos a 13 minutos; assistência técnica à montagem: Xavier Gautier; assistência técnica à instalação na galeria: Davide Freitas; instalação criada para a exposição “ Under Hitchcock ”. Concebido para a exposição Under Hitchcock. Série 'Essence de l’Image', 'Portraits Olfactifs'.

Uma enorme quantidade de batatas encontra-se amontoada no espaço da exposição. Um sapato de mulher, um escarpin, jaz no topo do monte de tubérculos no qual foi enterrado parcialmente um velho televisor. No ecrã podemos vislumbrar um extracto de 'Frenzy', onde vemos o personagem de Brenda Blaney (Barbara Leigh-Hunt) a tentar arrancar-se de uma poltrona. Um baloiço está pendurado em frente ao televisor. O visitante pode sentar-se para ver as imagens no ecrã ou para se balançar por cima das batatas. Quando o baloiço entra em movimento a imagem de Brenda desaparece momentaneamente dando lugar a uma outra série de montagens onde aparecem, sob a forma de flashes, diferentes extractos de 'Frenzie'. Emergindo do aparelho uma voz inicia uma ladainha “ - lovely, lovely, lovely’s… ”, proferidos ameaçadoramente. Uma webcam esta escondida entre as batatas, de forma a filmar em plano inclinado os visitantes que se balançam na sua direcção. As imagens que a câmara capta são difundidas em directo num ecrã de computador disposto num outro espaço da galeria. A presença dos tubérculos remete imediatamente para uma das sequências de 'Frenzy', onde Rusk tenta recuperar entre os dedos de Babs, dissimulada dentro da carga de um camião, o alfinete de gravata que poderia permitir à policia identificá-lo. O baloiço e o sapato de tacão alto que empoleira o montículo alude à pintura 'Les Hasards Heureux', de 'L’Escarpolette', de Fragonard, cuja reprodução aparece no filme, pendurada exactamente atrás da secretária de Babs. Decidindo baloiçar-se o visitante assume um duplo papel. Por um lado assimila-se a Babs sendo projectado como ela em direcção ao monte de batatas e també na Brenda, outra vítima de Rusk, que apresenta características que a assemelham à figura feminina de Fragonard. A montagem reforça esta analogia. Os movimentos de Brenda são re-trabalhados para simular o seu balanço na excarpolette. Anunciando ou prolongando o baloiçar dos visitantes sobre as batatas, estes movimentos provocam entre o personagem e os visitantes, um jogo de espelho que reforça a projecção no universo da pintura e do filme. Era assim instalado um perigo suspenso, uma ameaça que o visitante pode escolher desafiar ou não, arriscando-se fisicamente no seio da instalação, esta vertigem pode recordar a do abandono a que se entrega o espectador numa sala de cinema.

IMAGINARY FILM SET# 05, Carlos Lobo, 2007

IMAGINARY FILM SET# 05, Carlos Lobo, 2007

CARLOS LOBO - IMAGINARY FILM SET# 05
Concebido para a exposição Under Hitchcock.

Esta obra, que integrava a série «Untitled Film Sets», produzida para apresentação na Solar, é constituída por uma imagem fixa, que remete para um plano do filme «Psycho» de Alfred Hitchcock, nomeadamente o plano em que se vê a casa sinistra no alto da colina. A imagem, apresentada numa caixa de luz e suspensa numa estrutura tubular, cria a sensação de um ecrã de cinema.

Em exibição permanente no exterior da Galeria.

Phoenix Tapes,  # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 2 Burden of Proof, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 3 Derailed, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Phoenix Tapes, # 3 Derailed, Matthias Müller e Christoph Girardet, 1999

Alpsee, Matthias Müller, 1994

Alpsee, Matthias Müller, 1994

MATTHIA MÜLLER
Phoenix Tapes
PHOENIX TAPES mostra excertos remontados de filmes de Alfred Hitchcock, em capítulos baseados numa selecção pessoal dos vários leitmotifs dos filmes de Hitchcock. A consequência desta opção passa não só pelo realçar das obsessões de Hitchcock com certo tipo de movimentos repetitivos e com simbologias de grande carga visual mas também pela sugestão de que estas acções são parte de uma linguagem gestual universal que compreende formas de comunicação tanto cinematográficas como quotidianas. A instalação era constituída pelas sequências 'Burden of Proof' e 'Derailed'.
Burden of Proof: Uma miscelânea de grandes planos e uma homenagem à magia e à beleza dos detalhes que se podem encontrar nas obras de Hitchcock. O filme segue a pista dos temas principais nos filmes da carreira de Hitchcock.
Derailed: A montagem dinâmica de Derailed confrontava o espectador (e o protagonista do filme: um passageiro de combóio que dorme) com imagens sombrias e de sonho envoltas em planos de locomotivas a vapor e peças de maquinaria em movimento – uma fábrica de sonhos monstruosa que liberta os ícones perturbadores da angústia existencial.

Alpsee
Uma infância nos anos sessenta. Bate um coração guardado. Chovem vozes na cidade. Uma árvore nasce no planeta Marte. É um milagre. Fotografado com uma requintada sensibilidade para os interiores e uma criatividade frenética, ALPSEE encena a entrada na maioridade de um rapaz, o difícil fosso entre a dependência infantil e a individualização da maturidade. Quase sem palavras, Müller progride por analogia e sinédoque, juntando instantes enquadrados de forma precisa dentro de casa e coligindo-os como provas. O esplêndido esquema cromático deste filme e a sua iluminação marcam um corte significativo por parte de Müller com as suas obras mais limitadas dos anos 80. - Mike Hoolboom, Millenium Millenium Film Journal, New York, 1997

Zoo, Salla Tykkä, 2006

Zoo, Salla Tykkä, 2006

SALLA TYKKÄ – ZOO
Uma mulher fotografa jaulas num zoo. Os animais seguem-na com os olhos, o espectador e o objecto trocam de lugares. A mulher mergulha em águas profundas, onde decorre um violento jogo de rugby subaquático. Tenta vir à tona para respirar.

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