video digital 2000 frames/seg sec, projecção, cor, som, 48'', loop

Partindo de uma admiração pelos limites do universo e por uma desejada conquista do espaço, este trabalho parte para a exploração das ideias de suspensão, permanência ou infinito, tendo como referência central o filme “2001 – Odisseia no Espaço” . Nesta obra, um estranho osso desintegra-se fatalmente, simulando o arremesso operado pelo macaco vitorioso na cena “kubrikiana”.


João Tabarra

João Tabarra nasceu em Lisboa em 1966, onde vive e trabalha. Frequentou o curso de fotografia da escola Ar.Co entre 1986 e 1989. Simultaneamente, começa a trabalhar em jornalismo para diversas publicações nacionais e internacionais, adquirindo experiência em fotografia documental e de reportagem – actividade que abandona em 1998 para se dedicar exclusivamente ao seu trabalho artístico. Em 1990 funda, com João Louro, a Entertainment Co., dupla que se mantém activa até 2001. Das inúmeras exposições individuais e colectivas em que participou, destacam-se “Imagens para os Anos Noventa”, na Fundação Serralves (1993), “Aperto” (1995) e “Love Streams” (1999) em Villeurbanne, França; a Representação Portuguesa na Bienal de São Paulo, Brasil (2002), “No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2003), "Promenades au Désastre", Circulo de Belas Artes, Madrid (2006), "G", Galeria zdb, Lisboa e Galeria Graça Brandão, Lisboa, (2007).

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