Different Shapes, Same Rhythm - Marta Alvim<br />
© Rui Pinheiro

Different Shapes, Same Rhythm - Marta Alvim
© Rui Pinheiro

Different Shapes, Same Rhythm - Marta Alvim<br />
© Rui Pinheiro

Different Shapes, Same Rhythm - Marta Alvim
© Rui Pinheiro

A Chegada - Marta Alvim<br />
© Rui Pinheiro

A Chegada - Marta Alvim
© Rui Pinheiro

Different Shapes, Same Rhythm

A Chegada


Tendo em conta a tradição estética e conceptual da Galeria Solar, as obras desenvolvidas no âmbito do projeto CAVE, pretendem mostrar através da realidade algum outro lado. Imagens de tempo suspenso, retardam o observador na atmosfera das suas próprias narrativas.
Em Different Shapes, Same Rhythm espaço e tempo relacionam-se num vai e vem meditativo que remete para lugares do subconsciente. Intencionalidade e aleatoriedade cruzam-se em diferentes caminhos, que, em comum, têm o tempo, a resiliência, a solidão e o preencher de um espaço.
A Chegada conta a história de um acontecimento passado algures, num final de dia: Quando A’Hearn chegou, já ninguém o esperava. Devia ter vindo no Outono passado, antes do início primeiras chuvas. Agora, submerso no lago, gestará durante alguns dias para depois, ao sair, alterar tudo o que o rodeia.

Marta Alvim

Marta Alvim (1979, PT) é artista e cineasta. Graduou-se em Som e Imagem no Porto e fez mestrado em Cinema. Os seus trabalhos são investigações formais sobre o Homem e a sociedade moderna. Através do uso da fotografia e de narrativas cinematográficas de carácter experimental, explora as convergências entre o Cinema e a Arte Contemporânea. As suas obras abordam os conceitos de tempo, consciência e realidade, num discurso critico, cujo enfoque assenta sobre aspectos espirituais, políticos e sociais da condição humana. Os seus filmes têm sido exibidos desde 2006 em galerias, museus, centros de arte e festivais de cinema em diversos países.

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