Nuno da Luz (Lisboa, 1984) é um artista e publicador cujo trabalho cirscunscreve tanto o auditivo como o visual, na forma de eventos sonoros, instalações e material impresso; estes últimos na sua maioria distribuídos pela publicadora ATLAS Projectos (em conjunto com André Romão e Gonçalo Sena) e pela editora discográfica Palmario Recordings (em conjunto com Joana Escoval). Recentemente terminou o programa de mestrado Experimentação em Arte e Política SPEAP em Sciences Po, Paris e fundou o colectivo pluridisciplinar COYOTE, que investiga novas formas de comum-ificação (criar comunidade) via publicações, filmes, conferências e outros formatos experimentais. Projectos mais recentes incluem as performances ao vivo “com Ressonância Assistida” em Ficarra (Itália), Paris, Nova Iorque, Porto e Berlim; assim como a exposição individual “Wilderness” na Vera Cortês Art Agency. Outras exposições individuais incluem “laissez vibrer”, enblanco projektraum (Berlim, 2013) e CAVE/Solar (Vila do Conde, 2013), e “O nosso silêncio é um aviso, o nosso silêncio é sólido”, Vera Cortês Art Agency (Lisboa, 2012). Exposições colectivas mais recentes incluem “CIDRA DA LUZ ESCOVAL MANSO MENDES ROMÃO SENA”, AR Sólido (Lisboa, 2015), “Ficarra_Contemporary Divan”, Palazzo Milio (Ficarra, 2015), “A polyphonic wave of of concrete materials flowing through the air”, Espaço Artes (Porto, 2014) e “12 Contemporaries: Present States”, Museu de Serralves (Porto, 2014).

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