Arco da Velha

Arco da Velha

performance Curva Ascendente

performance Curva Ascendente

ARCO DA VELHA
Tânia Dinis, 2015

“A lenha ardia ininterruptamente no lar, desse lugar centrífugo cujos atores davam ainda novos mundos ao mundo, graças ao suor das obras à seiva clandestina dos sonhos”
Regina Guimarães

CURVA ASCENDENTE
Tânia Dinis, 2014

Curva Ascendente, é uma performance que explora o confronto da imagem com aqueles nela representados, recorrendo a suportes e dispositivos de imagem associados ao universo afectivo familiar. Curva Ascendente é um íntimo-partilhado. Um encontro familiar. Na minha casa, existe um avô Armindo e um tio-avô Fernando que registaram as memórias da minha família, revisitadas agora por mim.

Tânia Dinis
Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Faculdade de Belas Artes do Porto (Finalista), 2014. Licenciatura em Estudos Teatrais, Ramo – Interpretação pela ESMAE em 2006. Realizou a curta documental/experimental “Não são favas, são Feijocas” em 2013. Os seus projetos artísticos exploram os universos da performance, cinema, vídeo, fotografia e instalação, assumindo frequentemente um carácter itinerante. Tem nos últimos anos trabalhado a partir de imagens de arquivo – fotografias, filmes – pessoais ou anónimas, criando a partir delas novos objetos. Fez parte do colectivo de artistas DAS PLAST V PJS, no âmbito do projeto - Algumas razões para uma arte não demissionária de Eduarda Neves (2014/2015).

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