Eija-Liisa Ahtila <br />
(Vila do Conde, 2003)

Eija-Liisa Ahtila
(Vila do Conde, 2003)

Vista da instalação <i>Tuuli </i>

Vista da instalação Tuuli

Vista da instalação <i>Tuuli </i>

Vista da instalação Tuuli

Eija-Liisa Ahtila

TUULI (O Vento), Finlândia, 2002, Instalação DVD em 3 ecrãns, 14’ (incluído na secção Work in Progress do 11º Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde, de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003)
A artista vídeo e fotógrafa Eija-Liisa Ahtila (n.1959, Finlândia), foi convidada a integrar o grupo de artistas em foco da secção Work in Progress, depois de ter ganho o Grande Prémio de Ficção do Festival em 2002. O seu trabalho, que pode ser apresentado em contextos cinematográficos, televisivos ou instalativos, lida com o tema das relações humanas (familiares, amorosas ou de género) por meio de uma narrativa que se desenha a partir das suas próprias experiências e observações. A sua carreira tem vindo a ser distinguida e aclamada nos mais conceituados museus e galerias de todo o mundo (Kiasma – museu de Arte Contemporânea de Helsínquia; Tate Modern, Londres; Documenta11, Kassel; MoMA, Nova Iorque; 51ª Bienal de Veneza). Retrospectiva em Vila do Conde, 2003: Me/We, Okay, Gray, Finlânia, 1993, Fic, 3x90’’, 35mm, Cor. Tänään, (Hoje), Finlândia, 1996, Fic, 10’, 35mm, Cor. Jos 6 Olis 9, (Se 6 fosse 9), Finlândia, 1995, Fic, 10’, 35mm, Cor. Lohdutusseremonia, (Serviço de Consolação), Finlândia, 1999, Fic, 24’, 35mm, Cor. Rakkaus On Aare, (O Amor é um Tesouro), Finlândia, 2002, Fic, 55’, 35mm, Cor. Apoios: Embaixada da Finlândia Finnish Film Foundation Frame – Finnish Fund For Art Exchange Genelec

Mike Hoolboom <br />
(Vila do Conde, 2003)

Mike Hoolboom
(Vila do Conde, 2003)

Film still de <i>In the city</i>

Film still de In the city

Mike Hoolboom

IN THE CITY (Na cidade), Canadá, 2001 Fic, DVD Tranfer Loop, cor, 9’ (incluído na secção Work in Progress do 11º Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde, de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003)
Mike Hoolboom começou quando “fringe” significava “experimental”, e tudo se tratava de explorar a tangibilidade das qualidades do medium – foco, grão, tempo… os seus principais princípios eram abstractos. Hoje em dia afirma : "Fringe film is so valueless now. Its ideals are really of another time”. Entre 25 filmes e vídeos que fez, Mike Hoolboom (n.1959, Toronto) conseguiu representar-se em 300 festivais em todo o mundo e arrebatar trinta prémios. Como teórico é autor de dois livros (Plague Years,1998; Fringe Film in Canada, 2001), e de numerosos artigos publicados em livros antológicos, revistas e catálogos um pouco por todo o mundo. É membro fundador da Pleasure Dome Screening Collective, e trabalhou como director artístico do Images Festival e do gabinete de cinema exprimental da Canadian Filmmakers Distribution Centre. O seu trabalho já foi alvo de retrospectivas em Toronto, Nyon, Cork, Gyor, Amesterdão, Ultrecht e Vila do Conde. Nos últimos anos explora o vídeo tanto para dispositivo expositivo de um único canal como também de instalação, apresentando trabalhos que o próprio denomina de "documentaries of the imaginary”. Retrospectiva em Vila do Conde, 2003: Tom, Canadá, 2002, Doc, 75’, BETA SP, Cor. Imitações da Vida (Imitations of Life), Canadá, 2003, Doc, 75’, BETA SP, Cor. Escape no Canadá (Escape in Canada), Canadá, 1993, Fic, 9’, 16mm, Cor. De passagem (Passing on), Canadá, 1997, Fic, 21’, 16mm, Cor. México (Mexico), Canadá, 1992, Fic, 35’, 16mm, Cor.

Vista parcial da instalação <br />
<i>Da cabeça ao rabo</i>

Vista parcial da instalação
Da cabeça ao rabo

Sandro Aguilar

DA CABEÇA AO RABO, Portugal, 2003.DVD, cor (incluído na secção Work in Progress do 11º Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde, de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003)
Sandro Aguilar (n.1974) realizou a sua primeira curta-metragem “Cadáver Esquisito” em 1997 na Escola Superior de Teatro e Cinema, onde se licenciou em Montagem. Tem um papel importante no desenvolvimento do projecto da produtora “o Som e a Fúria” onde é produtor e responsável pela montagem de diversas curtas-metragens. O Festival encomendou esta video-instalação ao realizador português que já venceu a Competição Nacional do Festival de Vila do Conde por duas vezes.

Foto de <i>No quarto da Vanda</i>:<br />
© Contracosta/ Pandora/ Ventura

Foto de No quarto da Vanda:
© Contracosta/ Pandora/ Ventura

Foto de <i>No quarto da Vanda</i>:<br />
© Contracosta/ Pandora/ Ventura

Foto de No quarto da Vanda:
© Contracosta/ Pandora/ Ventura

Pedro Costa

NO QUARTO DA VANDA X 2, Portugal, 2003. DVD, 60’ x 2, Cor. (incluído na secção Work in Progress do 11º Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde, de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003)
Nasceu em Lisboa (n.1959) onde se formou em História. Desde 1988 que realiza curtas e longas metragens sendo considerado um dos mais conceituados realizadores portugueses da actualidade. Esta vídeo instalação pertenceu ao projecto “True stories” apresentado no Witte deWith Centre for contemporary art, de Roterdão, em 2003. O festival convidou-o para fazer a estreia nacional deste trabalho na secção WIP. Actualmente, o espaço expositivo já não é estranho ao realizador, que tem visto os seus trabalhos expostos nas mostras mais significativas, das quais relevamos a instalação incluída no programa paralelo ao Festival Internacional de Viena - Viennale 2005, a participação na edição de 2005 do LisboaPhoto, e a grande exposição “Fora!”, no Museu de Serralves, que pôs em confronto a sua obra com a do escultor Rui Chafes.

Film still de <i>Moi, Mon Frère la Fille</i>

Film still de Moi, Mon Frère la Fille

Nicolas Dufranne

MOI, MON FRÈRE LA FILLE (Eu, O Meu Irmão, A Rapariga), Bélgica, 2001. DVD, Col (incluído na secção Work in Progress do 11º Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde, de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003)
O jovem artista belga Nicolas Dufranne (n.1977) estudou fotografia na Ecole Supérieure des Arts Visuels de la Cambre em Bruxelas. Os seus videos foram já apresentados na VideoLisboa, no Museu Rainha Sofia em Madrid, no Argos, e no Oberhausen International Short Film Festival, onde foi premiado com o Arte Prize para a melhor curta metragem europeia.

Vista parcial da exposição <br />
<i>The Supersampler Project</i>

Vista parcial da exposição
The Supersampler Project

Registo Supersampler da realizadora francesa Vivian Ostrovsky

Registo Supersampler da realizadora francesa Vivian Ostrovsky

The Supersampler Project

Participaram: Peter Tscherkasky (Áustria); Sandro Aguilar (Portugal); Cesário Alves e Ana Gilbert (Portugal); Rui Pinheiro (Portugal); Mathias Müller (Alemanha); Dominique Gonzalez-Foerster (França); Harry Rag (Eslovénia); Vivian Ostrovsky (França); Rui Xavier (Portugal); Michael Dwass (EUA); Stéphane Elmadjan (França); Pedro Sena Nunes (Portugal); Christoph Girardet (Alemanha).
Com a intenção de criar projectos especiais que ultrapassem a apresentação exclusiva de cinema, o festival em colaboração com a Lomographic Society internacional (marca de referência de máquinas fotográficas low budget) convidou diversos cineastas que já visitaram o festival, a fotografarem com esta máquina que tem a particularidade de registar sequencias de 4imagens, resultado muito sugestivo e que facilmente se associa à ideia de imagens em movimento e por isso de cinema. Procurando de algum modo explorar o próprio conceito da secção Work in Progress, proposemos aos artistas convidados uma contribuição com imagens onde explorassem o seu universo pessoal ou algum trabalho a ser desenvolvido. Os registos foram efectuados em diferentes países pelos próprios realizadores, resultando numa descontraída diversidade de propostas. Assim, as primeiras imagens desta experiência apontavam projectos, ideias, intenções, fragmentos de uma realidade por construir, tendo sido objecto de uma exposição fotográfica no Solar de São Roque, durante o 11º Festival Internacional de Curtas Metragens (de 29 de Junho a 6 de Julho de 2003).

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